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Empresas apostam no e-commerce para inovação.
Poucas empresas pensam na plataforma como um diferencial para os serviços que pretende oferecer, no entanto, ela pode ser o ponto de equilíbrio para o desempenho positivo na internet. Continue lendo “Empresas apostam no e-commerce para inovação.” »
e-Commerce deve gerar receita de US$ 69,7 bi em 2011
O Índice do Varejo Online, soma dos volumes de transações online de automóveis, turismo e bens de consumo, conduzido trimestralmente pela E-Consulting Corp., aponta que o e-Commerce na América Latina e Caribe deve alcançar cerca de U$ 69,7 bilhões em 2011, o que representa um CAGR de 19,4% no período entre 2003 e 2011.
A análise mostra também que o Brasil é o maior mercado de comércio eletrônico, representando 45% do total, seguido de México, Venezuela, Argentina, Chile e Colômbia, que juntos representam 35%, e os demais países com 10% de representatividade.
No Brasil, neste primeiro semestre de 2010, os produtos mais vendidos na categoria Bens de Consumo foram Mídias como CDs, DVDs e Games que totalizou R$ 1,91 Bi, seguido por Saúde e Beleza, com R$ 1,88 Bi.
E em terceiro lugar os Livros e Periódicos, com faturamento total de R$ 1,65 Bi. Segundo as análises, o CAGR desta mesma categoria será de 31,5% no período entre 2002 e 2012.
Outro destaque da sub-categoria Saúde & Beleza, com 58,6%, que segundo Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting e responsável pelo Strategy Research Center, do Grupo ECC, “é fruto da combinação de redução das barreiras psicológicas da compra e também da maior participação dos consumidores de classes C e D”.
Já a sub-categoria Telefonia Celular, com 66,5% de CAGR, é o maior destaque. O levantamento mostra que as variáveis deste alto percentual são as ofertas de serviços de valor agregado via Internet, popularização das lojas de aplicativos online e aumento do número de devices com acesso a Internet.
Drivers de Crescimento
No comércio eletrônico local, o crescimento do setor está dividido na oferta, investimento de grandes varejistas nas operações online e aumento da participação das pequenas empresas no e-commerce.
E na demanda, que representa um crescimento econômico e aumento da renda média do brasileiro das Classes C e D, maior acesso a banda larga (incluindo móvel), alcançando 11,2 milhões em 2010, conveniência e comodidade associada à economia de tempo e a popularização de computadores e notebooks.
De acordo com o estudo, as principais tendências estão nos recursos para Programas de Fidelização, Programas de Afiliados e Novas Técnicas de Propaganda como o re-targeting e cross-targeting.
A utilização das Redes Sociais como canal de Relacionamento e Conversação com consumidores. Além dos canais móveis que, cada vez mais, utilizados como meios para comparação ou aquisição online.
Carrefour abre loja virtual com foco em serviços
Demorou, mas o Carrefour iniciou ontem sua operação com loja virtual que atenderá todo o País. Última a entrar neste segmento, a varejista chega com a promessa de preços competitivos nas primeiras semanas de operação, resultado de negociações com os fornecedores.
Segundo o diretor-superintendente da rede, Jean-Marc Pueyo, foram comprados produtos exclusivos que terão condições diferenciadas de pagamento. “Para as compras a partir de R$ 1.000 dividiremos em 24 vezes sem juros no cartão Carrefour“, afirma o executivo.
A proposta da loja virtual é focada na oferta de serviços aos clientes. Instalação, manutenção e suporte de eletrônicos e computadores podem ser adquiridos no ato da compra. Foram investidos R$ 50 milhões para a concepção da página.
CATEGORIAS – O carrefour.com.br nasce com nove categorias de produtos como eletrônicos, informática, eletroeletrônicos, cine e foto e utilidades domésticas, totalizando 15 mil itens à venda. “Até o fim do ano chegaremos a 80 mil itens”, diz o diretor de e-commerce, Jonas Ferreira.
Segundo o executivo, a pretensão da rede é ser a quinta maior loja virtual do País já no ano que vem. O segmento faturou em 2009 R$ 10,6 bilhões , segundo a consultoria e-bit, com perspectiva de crescer 30% neste ano.
Questionado sobre a entrada tardia na internet, Pueyo pontuou que até então o grupo tinha “outras prioridades” para a operação brasileira.
CONCORRÊNCIA – No dia em que o Carrefour estreou no e-commerce, o Pão de Açúcar anunciou a criação de um núcleo digital para expandir suas marcas na internet. O grupo planeja lançar ações de fidelização, unificar sites das empresas, além de monitorar a percepção dos consumidores a respeito da empresa pela web.
