Tag Arquivo para franquia virtual

Pão de Açúcar e Casas Bahia representam 23% de participação no e-commerce

A recente fusão entre o Grupo Pão de Açúcar e as Casas Bahia apresentou um grande salto para ambos no comércio eletrônico. Conforme dados divulgados pela Serasa Experian, a fatia conquistada foi de 22,25% no atual mercado.

Segundo reportagem veiculada pela Agência Estado, isto representa um avanço considerável de 4,78 pontos percentuais, o que ocasionou, por consequência, uma queda de 2,97 da empresa B2W, que engloba os sites Americanas.com, Submarino e Shoptime, que agora passam a ter, juntos, uma parcela de 48,44% em acessos dos internautas.

Segundo o instituto consultado pela AE, outros varejistas que também registraram desenvolvimento participativo no mercado entre os internautas foram o Wal-Mart e o Magazine Luiza. Segundo consta a reportagem, o crescimento das redes se deve à retirada do Pernambucanas.com do comércio eletrônico.

E-commerce deve crescer 30% no Natal

Neste natal as vendas no comércio eletrônico devem crescer 30% se comparado ao mesmo período do ano passado. A consultoria e-bit estima que entre 15 de novembro e 24 de dezembro, o segmento atinja a marca de R$ 1,63 bilhão.

No ano passado o setor atingiu a marca de R$ 1,25 bilhão no mesmo período.

Seguindo a boa fase dos negócios online, o comércio eletrônico projeta faturar esse ano, 28% a mais que em 2008, podendo alcançar os R$ 10,5 bilhões.

A expectativa é de que cada consumidor gaste em média R$ 346 em compras online.

Venda de móvel, informática e eletroeletrônicos cresce 10,1%

SÃO PAULO – O segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática será o setor do varejo que registrará o maior crescimento este ano. Redes como Casas Bahia, Cybelar, Extra e Magazine Luiza comemoram os resultados dos últimos meses e acreditam que seu desempenho não será diferente no Natal, com crescimento de até 20% nas vendas – e destaque para computadores. Segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, no acumulado de janeiro a setembro deste ano o setor contabilizou crescimento de 10,1% em comparação com o mesmo período do ano passado.

A rede paulista Cybelar, que possui mais de 60 lojas espalhadas pelo interior paulista e atende principalmente o público C e D, afirma que o Natal será melhor do que o do ano passado e projeta incremento de 20% nas vendas. De acordo com Ubirajara José Pasquotto, diretor da companhia, já há uma aceleração de compras para o final do ano.

O executivo aponta a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre produtos de linha branca, por exemplo, como um dos principais motivos e que possibilitou que os meses anteriores tivessem um bom desempenho. “Este ano ainda não deve passar o de 2008 em vendas, mas já está acima de 2007″, explica.

Para o diretor, o problema de abastecimento de itens da linha marrom, como TVs de LCD, também deve ser normalizado porque a expectativa é que os produtos sejam muito procurados no Natal, assim como itens da área de informática. Com os resultados e otimismo para fechar o ano, a Cybelar estuda a aquisição de outras redes no interior paulista, além de estudar a implementação do seu comércio eletrônico. “Não estamos à venda, pelo contrário, pretendemos expandir também por meio de aquisições. Quanto ao e-commerce, já temos um catálogo virtual de produtos disponível nas lojas, e o próximo passo é montar a operação on-line.”

A rede Magazine Luiza também tem comemorado resultados e segue otimista para o Natal. Segundo a empresária Luiza Helena Trajano, em entrevista recente ao DCI, as vendas devem crescer 10% frente às do ano passado no Natal, e no varejo eletrônico (e-commerce) é esperado acréscimo de 50%. Em São Paulo, a rede afirma que está contente por completar um ano de operação, com 53 lojas, e deve manter a expectativa original de abrir 100 lojas na cidade até 2010.

Indicadores

Para Luiz Rabi, gerente de Indicadores de Mercado da Serasa Experian, o setor foi, de fato, um dos que mais se beneficiaram com o IPI e com certeza fechará o ano na liderança, seguido do setor de veículos. “A venda de veículos deve perder um pouco o ímpeto com a volta gradual do IPI, mas em eletrodomésticos o benefício continua e o setor de computadores tem passado ao largo da crise, colhendo incentivos do passado e com notebooks mais baratos, por exemplo.”

Os demais segmentos varejistas, como o de supermercados, devem manter o desempenho e a expectativa é que o setor de material de construção, que, mesmo com o IPI, continua em queda, volte a crescer com o reaquecimento do mercado imobiliário.

Para o técnico, os meses de maio, junho e julho foram de alto crescimento do varejo como um todo e arrancada de saída da crise, com média de crescimento de 1,5% por mês; os próximos meses devem apresentar taxas mais estáveis e menores, o que é até saudável para a economia e não significa pessimismo para o final do ano, pelo contrário.

Em relação ao desempenho do varejo no mês de setembro, o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, mostrou que em comparação a setembro de 2008, a atividade varejista teve elevação de 5,6%, a segunda maior taxa do ano, perdendo só para agosto.

Nuno Fouto, professor do Programa de Administração de Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), concorda que os segmentos devem continuar em alta e lembra que “as condições de crédito e pagamentos estão praticamente retomadas”, e que o setor de informática sempre aparece na frente por ainda ter pouca penetração. “Ainda há muitos consumidores sem notebook e desktop que aproveitam o Natal”, diz.

On-line

Aproveitando o aquecimento do consumo, a Apple inaugurou nesta terça-feira a sua loja on-line no Brasil, fazendo vendas diretas pela primeira vez no País. Antes, vendia por meio de revendedores oficiais e lojas do varejo.

Dez etapas para criar uma loja virtual de sucesso

1 – Ambiente externo – como a sua empresa se posicionará na internet;
   – identificar oportunidades e ameaças.
   – analisar a concorrência, estratégias, público alvo.

2 – Conteúdo – definir se o site utilizará conteúdo próprio, de parceiros ou de terceiros;
   – definir se este conteúdo será fechado, publico ou pago.
   – definir formatos, abrangência, periodicidade e outras possibilidades.

3 – Serviços – definir os serviços disponíveis e que serão oferecidos através do seu site;
   – verificar a disponibilidade para implantação dos serviços com as outras áreas da empresa (financeira e rh).
   – definir a forma, as metas e os passos necessários para implanta-los de forma adequada.

4 – Comunidades – segmentar em grupos o mercado que sua empresa atua, criando uma base de dados personalizada para desenvolver ações especificas para cada tipo de publico;

5 – Parcerias – definir áreas de interesses comuns, objetivos, estratégias de atuação, métricas, metas…

6 – Divulgação – definir a forma como sua empresa divulgará o seu site. (on-line ou off-line);
   – definir os formatos que serão utilizados.
   – identificar sites potenciais para anunciar e como medir o retorno.

7 – Estratégias de Marketing Digital – analisar as possibilidades e ações disponíveis para implantar no seu site;
   – definir as ações que serão implementadas (formato, periodicidade, público-alvo, etc…).

8 – Comunicação – definir quais as formas de comunicação com o mercado (prospects, clientes, fornecedores, parceiros, imprensa, etc…);
   – definir que ações serão utilizadas nesta comunicação (criação de marca virtual, newsletter – formato, periodicidade, áreas, tópicos) e o uso do e-mail marketing nas suas mais variadas formas, etc…).

9 – Campanhas de Fidelização – definir e desenvolver ações visando fidelizar os clientes;

10 - Ferramentas – definir que ferramentas serão utilizadas para o desenvolvimento de seu Plano de Marketing Digital (DataBase Marketing, Newsletter, E-Mail Marketing, medição e análise da audiência, publicidade, mecanismos de buscas, etc…);